A participação é medida por comentários, compartilhamento e quantidade de fãs e seguidores, certo? Errado. Engana-se quem pensa que o usuário ativo é apenas aquele que produz conteúdo pela marca.

Segundo Charlene Li, visionária da internet e referência em mÃdias sociais no mundo, há várias formas de engajamento. Monitorar o nÃvel de relacionamento do usuário com a marca não é simplesmente esperar que ele se co-responsabilize pelo conteúdo postado.
Há vários nÃveis de engajamento e de participação que vai desde observação até embaixadores.

No momento de divulgação de massa é possÃvel conquistar usuários que participam apenas observando, lendo comentários de outros nas redes ou acompanhando as atualizações.
É preciso ver a forma como as pessoas compartilham as informações. Mas por que as pessoas compartilham? Porque elas se sentem bem por terem ajudado alguém – e por serem vistas por isso.
Há muitas formas de estimular esse compartilhamento, usando questões reais e cotidianas para mobilizá-las.
Interação com a marca. É preciso estabelecer diálogo claro entre a marca e os usuários, para que eles se sintam parte. Nessa fase é essencial que o usuário se sinta “ouvido” para se interessar em ser um curador.
A formação de redes também se estabelece nessa fase, pois ele pode passar a ser ouvido por outros usuários também.
Os usuários começam a produzir conteúdo. Aqui abre-se o canal de produção por duas vias (marca – consumidor).
Blogs criados por instituições com participação coletiva, abertura de espaço para postagem de vÃdeos e campanhas originadas pelos próprios colaboradores.
No meio dos membros de uma plataforma colaborativa é importante eleger pessoas que atuarão como embaixadoras, com o papel de entender as necessidades, identificá-las e levá-las ao moderador.
O que importa não é a tecnologia, mas as relações que você forma nas redes. É imprescindÃvel saber o que as pessoas fazem, pensam e o que elas esperam. Isso é entender o que as tecnologias sociais podem fazer a nosso favor.
Fonte: Blog MÃdia 8.